O câncer de bexiga é o 9º mais comum segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).
O principal fator de risco para o desenvolvimento do câncer de bexiga é o tabagismo. Estima-se que cerca de 70 a 80% dos casos desse tipo de câncer estejam relacionados ao consumo de cigarro. Os produtos químicos presentes na fumaça do tabaco são absorvidos pelo corpo e excretados na urina. Isso expõe a mucosa da bexiga a substâncias carcinogênicas, aumentando significativamente o risco de mutações celulares e o subsequente desenvolvimento de tumores.
Além do tabagismo, outros fatores de risco incluem a exposição a produtos químicos tóxicos no local de trabalho, infecções crônicas do trato urinário e histórico familiar de câncer de bexiga.
Os sintomas do câncer de bexiga podem variar, mas os mais comuns incluem:
Sangue na urina;
Dor ou sensação de queimação ao urinar;
Mudanças nos hábitos urinários: Isso pode incluir aumento da frequência urinária, urgência para urinar e sensação de esvaziamento incompleto da bexiga;
Dor na região lombar.
O tratamento depende do estágio da doença e da saúde geral do paciente. Entre as principais opções estão a cirurgia, a radioterapia, a quimioterapia, a imunoterapia e a terapia-alvo.
A prevenção inclui a cessação do tabagismo, a proteção adequada no local de trabalho para evitar exposição a produtos químicos prejudiciais e o acompanhamento médico regular para detecção precoce.
Reconhecer os sintomas precoces e buscar tratamento imediato pode melhorar significativamente as chances de sucesso no tratamento.